"O UNIVERSO FUNCIONA COMO UM ESPELHO E TUDO AQUILO QUE TRANSMITIMOS, RETORNA PARA NÓS AMPLIFICADO".

sábado, 30 de abril de 2011

Lutar por direitos, romper com a desigualdade

I Semana Cidadã de 10 a 12 de Maio



O CAPS DAVID CAPISTRANO FILHO
APRESENTAÇÃO
A realização do evento tem o objetivo de fortalecer o exercício da cidadania por esse segmento de usuários, como também dar visibilidade a rede de serviços apta para o atendimento das suas necessidades, bem como orientá-los sobre os requisitos exigidos para acessar tais serviços. A I SEMANA CIDADÃ se propõe a ser o momento de troca de informações entre os diversos órgãos públicos prestadores de serviços a população usuária para orientar no sentido de tirar dúvidas e/ou desconhecimentos acerca desses serviços.
PROGRAMAÇÃO
10/05/2011 – Abertura: Performance Teatral
14 horas – “SEM PRECONCEITO”
14:30 horas – Interdição/Curatela
Palestrante: Maria José de Aguiar Silva Neta – Assistente Social do Ministério Público
15:30 horas – Os serviços prestados pela Delegacia de Grupos Vulneráveis
Palestrante: Drª. Thaís Oliveira Lemos Santiago – Delegada de Polícia
16:30horas – Lanche
11/05/2011 – Benefícios Previdenciários
14 horas – Palestrante: Vanessa de Oliveira Santos – Assistente Social do INSS
15 horas – Benefícios Assistenciais
Palestrante: Zilna Maria Andrade Mota – Coordenadora CRAS Antonio Valença
16horas – Lanche
12/05/2011 – Os serviços oferecidos pelo Abrigo Acolher
14 horas – Palestrante: Leila de Oliveira Cruz Santos – Assistente Social do CREAS POP
15 horas – O papel do Conselho Tutelar na comunidade
Palestrante: Maria de Jesus Conceição Pinto – Coordenadora do Conselho Tutelar 1º Distrito
16 horas – Lanche – Encerramento
Realização
Secretaria Municipal de Saúde
Núcleo de Serviço Social do CAPS David Capistrano Filho
CAPS DAVID CAPRISTANO FILHO:
Rua Jornalista Durval Andrade, 222 – Bairro Atalaia – TEL.
3179.2732/3179.2737
Núcleo de Serviço Social:
A.S. Ivania Maria Dias
A.S. Joana Rita Monteiro Gama
A.s. Márcia Barbosa Cruz
 “Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz…”
Almir Sater

O CRESS DE SERGIPE COMEMORA O DIA DO ASSISTENTE SOCIAL 2011



DIA DO ASSISTENTE SOCIAL 2011 ocorrerá  nos dias 09/05  e  14/05 e  (segunda-feira e sábado) no Auditório da  Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social (SEIDES) localizado na Rua Santa Luzia, 680 no  Bairro São José  em  Aracaju/SE.  e no Auditório do SINDIPREV localizado na  Rua Vila Cristina, 222 , Bairro São José.
O evento com o tema “ Compromisso de classe por uma Sociedade Emancipada” ocorrerá das 9h às 17:45h na segunda-feira (09/05) e das 9h ao 12h do sábado (14/05).
Confira a programação!
TEMA: Compromisso de classe por uma Sociedade Emancipada
PROGRAMAÇÃO
09.05.11 (Segunda –feira) Abertura
Local: Auditório da SEIDES – Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social.
Endereço: Rua Santa Luzia, 680 – Bairro São José – Aracaju/SE
09 h 00- Mesa de Abertura: CRESS/UFS/UNIT/ FJAV/ENESSO
09h30min- Palestra: “ Serviço Social: Compromisso de Classe por uma Sociedade Emancipada”.
Palestrante: Dr.ª Sara Aparecida Granemann (UFRJ)
Debatedora: Drª Josiane Soares Santos ( UFS)
Coordenadora de Mesa: Andrea Mattos Dantas do Nascimento (CRESS 18ª Região/SE)
11h00- Debate
12- Encerramento
14h 00 (Segunda-feira)
Local: Auditório da SEIDES
Endereço: Rua Santa Luzia, 680 – Bairro São José – Aracaju/SE
Palestra: Código de Ética do/a Assistente Social- 18 anos em Defesa dos Direitos e da Emancipação Humana
Palestrante- Dr.ª Elvira Simões Barreto (UFAL)
Debatedora- Dr.ª Clarissa Andrade Carvalho (UFS)
Coordenadora de Mesa- Msc. Albany Mendonça Silva (CRESS 18ª Região/SE)
16h00- Debate
17h00- Coquetel
17h45- Encerramento
14.05.2011 (Sábado)
Local: Auditório do SINDIPREV
Endereço: Rua Vila Cristina, 222 , Bairro São José- Aracaju/SE
09h00 – Solenidade de Posse da Diretoria do CRESS 18ªRegião/SE, eleita para o triênio 2011-2013
11h00 – Coquetel
12h00 – Encerramento
COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA PARA O PERÍODO 2011 – 2013
DIRETORIA
Presidente – Vera Núbia Santos
Vice- Presidente – Ana Paula Leite Nascimento
Primeira Secretária – Clousevânia de Souza Marinho
Segunda Secretária – Michelle Vilaça Anjos de Jesus Cunha
Primeira Tesoureira – Ana Patrícia Nóia da Silva
Segunda Tesoureira –Ana Caroline Trindade dos Santos
CONSELHO FISCAL
 Welber Gotram de Santana
Soraya Dantas de Moraes
Itanamara Guedes Cavalcante
SUPLENTES
Carla Vanessa Dória Silva
Júlio César Lopes de Jesus
Ingrid Palmieri Oliveira
Paulo Roberto Félix dos Santos
Maria da Conceição Alves Ferreira
Evelyn da Silva Nunes

Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, Participe!


A 13ª Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começa dia 25 de abril de 2011. Este ano o Ministério da Saúde amplia a oferta da vacina para trabalhadores de saúde, crianças na faixa etária de seis meses a menores de dois anos, gestantes, além dos idosos a partir dos 60 anos e povos indígenas. São cerca de 32.750.000 milhões de doses da vacina contra a gripe. A campanha se encerra dia 13 de maio, tendo 30 de abril como o Dia de Mobilização Nacional. 







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http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=137&pagina=dspDetalheCampanha&co_seq_campanha=4228

DIA DO ASSISTENTE SOCIAL 2011

Número de HOMOSSEXUAIS ASSASSINADOS NO BRASIL é "absurdo", diz ministra de Direitos Humanos


Brasília - “Um absurdo”. Foi como a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, se referiu ao número de homossexuais assassinados todos os anos no Brasil. De acordo com ela, a intenção do governo é reduzir o número de casos até a segunda quinzena de dezembro deste ano, quando vai ocorrer a 2ª Conferência Nacional LGBT (lébicas, gays, bissexuais e transexuais).
Para a ministra, embora o governo venha enfrentando a homofobia, atuando para reduzir o preconceito e a violência contra homossexuais, o país ainda precisa “fazer uma grande investida” contra manifestações preconceituosas que, segundo ela, muitas vezes acabam por levar ao assassinato de homossexuais e à impunidade dos criminosos.
Sem citar nomes, Maria do Rosário criticou políticos que, segundo ela, se valem do fato de não terem que responder à Justiça Comum por crimes como homofobia para expressar o preconceito. “É um absurdo o comportamento homofóbico de algumas autoridades que fazem o discurso da violência contra homossexuais e permanecem impunes, utilizando indevidamente a imunidade parlamentar”.
Ontem (4), o Grupo Gay da Bahia (GGB) divulgou um relatório que mostra que, no Brasil, um homossexual é morto a cada 36 horas e que esse tipo de crime aumentou 113% nos últimos cinco anos. Em 2010, foram 260 mortos. Apenas nos três primeiros meses deste ano foram 65 assassinatos. A organização não governamental promete denunciar o governo brasileiro à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e à Organização das Nações Unidas (ONU) por crime de prevaricação e lesa humanidade contra os homossexuais.
Hoje (5), após participar de uma conferência da Escola Superior do Ministério Público da União para discutir a experiência internacional da criação de comissões responsáveis para apurar crimes contra os direitos humanos cometidos durante regimes autoritários, as chamadas Comissões da Verdade, a ministra convidou os representantes do Grupo Gay da Bahia ao diálogo.

http://www.direitoshumanos.gov.br/2011/04/05-abr-2011-umero-de-homossexuais-assassinados-no-brasil-e-absurdo-diz-ministra-de-direitos-humanos

O golpe militar no dia 31 de março de 1964 fez o Brasil mergulhar em 21 anos de ditadura

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O golpe militar de 31 de março de 1964 foi o mais longo período de interrupção democrática pelo qual passou o Brasil durante a República. Qualificado pela história como "os anos de chumbo", o período da ditadura foi marcado pela cassação de direitos civis, censura a liberdade de imprensa, repressão violenta as manifestações populares, assassinatos e torturas.
http://www.vagandopelaweb.com/wp-content/uploads/2010/10/ditadura-militar-no-brasil.jpgO historiador e cientista político da Universidade de Brasilia (UnB), Octaviano Nogueira, afirmou que o golpe de 1964 resultou no mais duro período de intervenção militar na democracia entre tantos outros desencadeados no decorrer da história republicana. “Entre 1964 e o início dos anos 70 estava em curso o período mais duro da repressão militar”, disse Nogueira.
Segundo ele, 1964 começou, na verdade, quatro anos antes, com a renúncia de Jânio Quadros (UDN) - um partido de direita - em 1961, sete meses após sua posse. Apoiado por uma ampla coligação, a renúncia deixou um vácuo de poder, uma vez que seu vice, João Goulart (PTB) - um partido de esquera -, era visto com desconfiança pelas Forças Armadas.
Para garantir a posse de João Goulart e evitar um golpe militar, o então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola (PTB), desencadeou a Campanha da Legalidade, que reivindicava a preservação da ordem jurídica e a garantia de posse do vice-presidente que retornava de uma viagem oficial à China. Do porão da sede de governo gaúcho, Brizola fazia pronunciamentos à Nação.
“Na verdade o João Goulart ocupou o Poder para tapar buraco uma vez que era o vice de Jânio Quadros. Ele sempre foi um latifundiário e conservador, mas mantinha um discurso de esquerda herdado de Getúlio Vargas, sem nunca concretizar suas propostas”, afirmou o professor Nogueira.
Com o decorrer do tempo, ameaçado por greves constantes, sem o apoio da imprensa e de parcela significativa da sociedade, os militares depõem Goulart. Em 31 de março de 1964 o general Olímpio Mourão Filho deslocou três mil soldados do Destacamente Tiradentes, de Belo Horizonte, em direção ao Rio de Janeiro para consolidar o golpe de Estado que garantiria aos militares 21 anos de governo.
http://www.culturamix.com/wp-content/uploads/2010/12/Ditadura-Militar.jpg
















O marechal Castelo Branco assumiu a Presidência da República e João Goulart se exilou no Uruguai. Coube ao sucessor de Castelo Branco, o marechal Humberto da Costa e Silva iniciar o processo radicalização do regime a partir da edição do Ato Institucional nº 5 (AI-5) que deu ao Executivo poderes para fechar o Congresso Nacional, cassar o mandato de políticos e legalizar a repressão aos movimentos sociais. Foram os anos mais duros da ditadura militar, com mortes e torturas de militantes políticos que lutaram pela volta de democracia.
Os militares começaram a ceder à pressão da sociedade organizada pela restituição da democracia em 1978, no quarto governo militar que tinha como presidente o general Ernesto Geisel. Coube a ele instituir o processo de “abertura política lenta e gradual", relatou certa vez à Agência Brasil o ex-senador Marco Maciel (DEM-PE), quando ainda ocupava uma cadeira no Senado.
Pela emenda constitucional nº 11, promulgada pelo Congresso Nacional em 13 de outubro de 1978, foram revogados todos os atos institucionais e garantida a imunidade parlamentar, lembrou Marco Maciel, à época integrante da Aliança Renovadora Nacional (Arena) partido que apoiava o regime. A aprovação da Lei da Anistia, no entanto, caberia ao general João Baptista Figueiredo, último presidente militar. A anistia que deveria restituir os direitos políticos dos perseguidos pela ditadura, acabou favorecendo também os militares.
O governo de Figueiredo foi marcado por uma série de atentados terroristas promovidos pelo Estado, como explosões de bancas de revistas, uma bomba enviada à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a frustrada tentativa de explodir uma bomba no showcomemorativo ao Dia do Trabalho, no Riocentro, em 30 de abril de 1981.
Em 1984 a pressão popular ganhou as ruas pedindo eleições diretas para presidente, com o movimento conhecido como Diretas Já. Porém, com a derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para presidente da República em 1984, Tancredo Neves foi o nome escolhido para representar uma coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática.
Em 1985, Tancredo Neves é eleito, mas morre antes de tomar posse. Em seu lugar assume o vice-presidente José Sarney, atual presidente do Senado que governou o país por cinco anos.
A transição democrática, na opinião do cientista político da UnB, foi concluída em 1990 com a posse do primeiro presidente eleito pelo povo, Fernando Collor de Mello que acabaria renunciando para evitar o impeachment. O vice-presidente Itamar Franco, hoje senador pelo PSDB-MG assumiu o governo. Ele foi sucedido por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) que teve dois mandatos. Depois, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) governou o país por oito anos, o que, na opinião de Nogueira, consolidou da democracia brasileira, com a chegada de Lula, um operário, ao Poder.